Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos

Brasil Metalúrgico

Plenária Nacional dos Trabalhadores da Indústria, dia 29, reforçará resistência contra o fim dos direitos

Foto: Paulo Segura

Dirigentes do movimento “Brasil Metalúrgico”, em reunião nesta terça, 19, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, avaliaram positivamente o Dia Nacional de Luta, Protestos e Greves contra o fim dos direitos, realizado em 14 de setembro, em todas as regiões do País, com milhares de assembleias nas portas de fábrica e atos públicos unificados.

O próximo passo desta luta de resistência às reformas nefastas e impopulares do governo e seus aliados no Congresso Nacional será a Plenária Nacional dos Trabalhadores da Indústria na próxima sexta, 29 de setembro, das 9h às 14h, no CMTC Clube (Avenida Cruzeiro do Sul, 808, próximo ao metrô Armênia, São Paulo), com presença de dirigentes metalúrgicos e ampliada para a livre participação de dirigentes de outros setores da indústria.

* Contra o fim dos direitos sociais e trabalhistas
* Em defesa das conquistas das Convenções Coletivas
* Contra o desmonte da Previdência Pública
* Em defesa da indústria e da soberania nacional

“Nosso objetivo, a partir deste movimento unificado dos metalúrgicos de todas as centrais sindicais e tendências, é fazer uma Plenária Nacional ampliada, com representantes de outras categorias da indústria, em uma forte luta de resistência contra as medidas impopulares, em defesa do futuro do País, pela retomada do desenvolvimento, com geração de emprego, respeito aos direitos, trabalho decente e investimentos sociais”, diz Miguel Torres, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e da CNTM (Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos) e vice-presidente da Força Sindical.

As equipes de comunicação das entidades do Brasil Metalúrgico também produzirão em conjunto materiais de divulgação da “Plenária Nacional 29 de Setembro”.

Participam desta ação unificada: Sindicatos, Federações e Confederações dos Trabalhadores da Indústria, a maioria ligada às centrais Força Sindical, CUT, UGT, CTB, CSB, CSP/Conlutas e Intersindical.

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Reunião contou com videoconferência. Foto: Alex Líder