Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos

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Jornal metalúrgico chama à luta por direitos e contra abusos

O Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região começa nesta terça (6) a distribuir nas fábricas a nova edição do Jornal Sindical, edição 253. O tabloide, com oito páginas, traz de manchete: “Sindicato reforça atuação por direitos e contra abusos” e de submanchete “Mobilização combina lutas, greves, negociações e acordos”.

A entrega do jornal, por diretores e assessores, começa por volta das 5 da manhã e segue o roteiro dos cinco setores na base, que engloba, além de Guarulhos, empresas de Arujá, Mairiporã (distrito de Terra Preta) e Santa Isabel.

Conversa – Pedro Pereira dos Santos, secretário-geral do Sindicato, conta: “Nas maiores, geralmente distribuímos de manhã. Já nas pequenas, muitas vezes, a gente consegue entrar na fábrica, principalmente na hora do almoço do pessoal. É uma oportunidade de conversar com os companheiros, ouvir suas reivindicações e tirar pauta a ser negociada com o patrão”.

A principal demanda, hoje, segundo o dirigente metalúrgico, é por pagamento de PLR – Participação nos Lucros e/ou Resultados da empresa. Mas em época de crise quase não se reivindica. “O próprio trabalhador, quando percebe que a produção está em baixa, pede pro Sindicato dar um tempo na pauta. Mas, se a situação melhora, os companheiros chegam junto e pedem pra gente retomar a negociação da PLR”, conta Pedro.

Além da PLR, Pedro Pereira vê aumentar as reivindicações por fornecimento de cesta básica. “Tem crescido esse tipo de demanda”, ele conta. Outra reivindicação que ele vê crescer é por fornecimento de café na manhã. “Nas grandes e médias, o desjejum dos companheiros já está garantido. Mas nas pequenas ainda não”, diz.

Pautas que reivindicam medidas de proteção à saúde e à segurança ainda não têm crescido. Pedro explica: “Já temos um bom número de Cipas nas empresas e em muitas delas os cipeiros dão conta do recado. Na verdade, a busca por mais saúde e segurança é quase sempre uma demanda estimulada pelo próprio Sindicato, que tem um Departamento de Saúde e Médico do Trabalho”.

Recuperação – A decantada recuperação econômica ainda não chegou à base de Guarulhos. “Há uma sensação de que a situação parou de piorar, mas ainda não se sente recuperação ou novas contratações”, afirma. Onde há crescimento, o trabalhador sai da apatia. Pedro conta: “Hoje (5) mesmo tivemos duas assembleias de PLR e os companheiros rejeitaram o mesmo valor do ano passado. Eles querem aumento. E isso é um sinal”.

Mais informações – 2463.5300, com Pedro ou Titico, na imprensa.

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