Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos

Comunicação

Minha contribuição no debate sobre comunicação

Fui convidado e estou agendado para participar do evento preparado pelo Centro de Memória Sindical e Força Sindical sobre “Sindicalismo e Movimentos Sociais na Imprensa, Comunicação Sindical e Novas Mídias”. Será nesta quinta (18), na sede da Força Sindical, em São Paulo. Altamiro Borges, Sérgio Gomes e Raimundo Pereira são os convidados.

Devido à amplitude do tema, vou me fixar em três pontos: 1) Diagnóstico rápido da grande imprensa; 2) Atuação da mídia aliada (TVT, Revista do Brasil, Brasil de Fato, Rede Brasil Atual, programa Câmera Aberta Sindical etc.) – o que pode ser melhorado; 3) A experiência da imprensa sindical: como é, por que é e como pode ser, para que funcione mais a contento.

Quanto ao diagnóstico da grande imprensa, há uma forte convergência na avaliação de que é conservadora e elitista. Quanto à mídia aliada (ou potencialmente aliada), proponho um estreitamento de relações entre os veículos, uma sintonia maior nas pautas e uma postura mais aberta para a diversidade do movimento social, especialmente o sindical.

Meu foco, central, será o setor em que atuo cotidianamente, que é a imprensa sindical, a partir da Agência Sindical, que coordeno. Penso ser importante narrar experiências, vitoriosas ou não, e avançar no sentido da intercomunicação entre profissionais e veículos.

Até hoje, a mídia sindical tende a ser estanque, fixada muito na própria categoria, perdendo oportunidade de irradiar fatos, conquistas e avanços que podem enriquecer e valorizar o conjunto do movimento. Inevitável abordar as novas ferramentas trazidas pelas tecnologias modernas: redes sociais, celulares etc.

Cobertura – Como se trata de um evento de comunicação, a Agência Sindical cuidará do antes, do durante e do depois. Do antes, já estamos cuidando, ao divulgar o evento: a) No site da Agência; b) No boletim eletrônico Repórter Sindical; c) No programa Câmera Aberta Sindical. Vamos fotografar, filmar, colher depoimentos dos participantes e depois fazer uma reportagem maior para mostrar no Câmera Aberta, em nosso site e em outros veículos.

Inventário – Mais uma vez, vou propor que a Força Sindical (como já propus à UGT) faça o inventário da sua rede de comunicação, para, no futuro, traçar diretrizes em direção à imprensa que precisa ter, a fim de dar conta das demandas reais das entidades filiadas e da própria Central.

João Franzin é jornalista
e assessor sindical

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